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TV DESESTRUTURA A FAMÍLIA - A TV é um forte elemento de desestruturação da família. Ela está presente em todos os lares e, normalmente ocupa um lugar de destaque na casa.


TV DESESTRUTURA FAMÍLIA
As vinhetas de apresentação da série americana de TV dos anos 50 "Papai Sabe-Tudo e do desenho animado produzido nesta década "Os Simpsons" terminam com a mesma imagem: a família sentada no sofá, diante do televisor.

Durante as cinco décadas decorridas entre as duas produções, as famílias dentro da tela passaram por modificações que refletiram ou influenciaram as mudanças nas famílias diante da tela.
Desde a sua invenção, há mais de 50 anos, a TV carregou o caráter aglutinador dentro do típico lar norte-americano de classe média. Como instrumento de lazer coletivo, suas atrações tinham como alvo todas as faixas etárias. E para achar o denominador comum desse público, o estilo ingênuo água-com-açúcar era ideal.
Em séries como "I Love Lucy", "Papai Sabe-Tudo", "Sons of Ernie", "Puffy Daddy" e outros clássicos, os dramas de pais e filhos nunca ultrapassavam a intensidade de uma mentirinha na escola ou na caçada a um cachorro fujão. No fim, os filhos descobriam, mais uma vez, que se seguissem os conselhos dos pais tudo seria mais tranqüilo.
Depois de uma década de pais compreensivos e filhos de ouro, a família televisiva deixou o belo sobrado de subúrbio e invadiu outros cenários, como os cartoons das manhãs de Sábado, com os Flintstones e os Jetsons.
A família também cavalgou (Os Cartwright de "Bonanza"), vestiu traje de astronauta ("Perdidos no Espaço"), alugou castelos horripilantes ("Família Addams" e "Os Monstros") e cuidou de uns bichos de estimação pouco convencionais, como o golfinho Flipper e Ben, o urso amigo.
No Brasil, esse mundo de fantasia não tinha correspondência na produção nacional, que estava limitada ao teleteatro pastelão de "Família Trapo", programa que é avô do "Sai de Baixo".
Voltando aos EUA, parece que a única preocupação dos roteiristas era pensar no cenário mais maluco para inserir uma família, mas perdiam tanto tempo nisso que desprezavam o mundo real.
As transformações comportamentais dos anos 60 demoraram a encontrar eco nas famílias televisivas. Enquanto drogas, amor livre, aborto e divórcio entravam pela porta da frente, a TV continuava entrincheirada na força edificante da união familiar.
Com a enxurrada de séries policiais no início dos anos 70, algumas bem realistas (como "Kojak" e "San Francisco Urgente"), a família foi perdendo espaço. Já que acompanhar dramas de pais e filhos parecia então a coisa mais careta e antiquada do mundo, a TV resolveu transportar esses dramas para uma época careta e antiquada. Daí surgiram duas séries marcantes do período, "Os Waltons" e "Os Pioneiros".
Narrando as desventuras de uma família pobre e honesta nos anos da Depressão, "Os Waltons" celebrizou como um ícone setentista a cena final de cada episódio, que mostrava as luzes da casa se apagando e os Waltons iniciando seu ritual: "Boa noite, Johnboy!", "Boa noite, Mary Helen!", "Boa noite, Jim Bob!"...
Já "Os Pioneiros" mostrava como era dura a vida de um casal com três filhas nos tempos da colonização do oeste. O pai perdido entre a mulherada era interpretado por Michael Landon, que na década anterior havia sido o filho caçula em "Bonanza".
A TV brasileira dos anos 70 foi mais ágil para captar as mudanças na realidade familiar. O modelo da "Família Trapo" retornou renovado no seriado "A Grande Família". Longe dos edificantes dramas americanos, Jorge Dória era um funcionário público desesperado para sustentar filhos, um cunhado vagabundo e um pai ranheta.
Na metade da década de 70, um fenômeno econômico mudou os rumos da família na TV. A classe média, a maior consumidora do veículo, passou a Ter poder aquisitivo para Ter um segundo televisor para o quarto dos meninos.
Foi o grande passo para a ramificação da programação. Criar programas que agradassem a toda a família já não era mais prioridade para o horário nobre.
Sem a obrigação de escrever enredos edificantes, roteiristas descontaram anos de repressão paterna na criação de um verdadeiro inferno doméstico em "Dallas".
A moda não pegou no Brasil, já que um vilão como JR era fichinha perto de alguns personagens de novela, verdadeira retransmissora das mudanças da sociedade brasileira, de "Irmãos Coragem" a "Barriga de Aluguel".
Nos anos 90, não sobrou muita coisa da instituição família. As poucas que restam não escapam da caricatura, como "Família Dinossauro". "Os Simpsons", por exemplo, têm até a formação clássica de uma família, mas ninguém representa papel tradicional. O pai é o adolescente, a mãe é omissa e os filhos mandam na casa.
Nas comédias com atores de verdade, a coisa é ainda pior para pais e mães. Eles simplesmente desapareceram, embora os valores que defendiam continuem em discussão, agora na figura dos amigos.
Em "Seinfield", para ficar apenas na série de maior repercussão, é muito fácil identificar as figuras do núcleo familiar: Jerry é o pai e Elaine é a mãe, com dois filhos que inspiram cuidados, o desajustado George e o malucão Kramer.

(Artigo assinado por THALES DE MENEZES - Fonte Pesquisa Datafolha)



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